Destaque do time palmeirense, em 1996 foi negociado com o futebol Europeu. Logo de cara, defendeu um grande clube do futebol mundial, o
Parma, então campeão da
Copa da UEFA, jogando ao lado de craques como
Buffon,
Thuram,
Crespo e
Brolin. Encontrou muita dificuldade para se adaptar, e assim foi transferido para o
Benfica.
Também não deu sorte no futebol português, e então foi devolvido por empréstimo ao
Palmeiras, no ano de 1997. Devido às boas partidas pelo Verdão, o
Benfica resolveu dar-lhe outra chance de mostrar seu futebol no cenário internacional. Porém, disputou apenas cinco partidas pela Liga Portuguesa, e acabou voltando para o futebol brasileiro.
Esse time empilhou diversas taças como o
Campeonato Brasileiro de 2000 e a
Copa Mercosul de 2000. Depois do sucesso vascaíno, foi vendido ao
Fiorentina. Diferente de sua primeira passagem pelo velho continente, desta vez ele conseguiu se firmar, e se manteve na titularidade até 2002, quando o clube italiano foi extinto, devido às dividas superiores a 22 milhões de euros. O clube abriu falência.
No mesmo ano, assinou com o
Beşiktaş, onde foi Campeão Turco. No fim de seu contrato, em 2003, assinou com o
Grêmio um contrato de seis meses para a disputa da
Copa Libertadores da América, no ano do centenário do clube. Com a eliminação precoce do time gaúcho, Amaral cumpriu seu contrato e não renovou.
Em 2004, assinou com o
Al-Ittihad, da
Arábia Saudita, porém não disputou sequer uma partida. No segundo semestre, disputou a Série B pelo
Vitória, numa campanha drástica, foi rebaixado para a Série C do Campeonato Brasileiro. No ano seguinte, foi anunciado pelo
Atlético Mineiro, mas não se firmou como titular devido a seguidas lesões. Em 2006, voltou para a Europa, defendendo o
Pogoń Szczecin, da
Polônia.
Fonte: Wikipédia.