Política Pirata. Pirate Politics.

Política Pirata. Pirate Politics. Por que este blog tem esse nome estranho, 'Política Pirata'... or 'Pirate Politics'? Para estarmos atentos da enormidade do que há de pirataria na política. Afinal, é a Política que faz a mediação entre dois campos de atuação do diabo: o Dinheiro (Economia) e a Guerra...

Desterrada a justiça, que é todo o reino senão pirataria? (Santo Agostinho)

O amor antes do poder Love before power
Então o Amor com o poder Then Love with power
Para destruir o Poder sem amor.
To destroy (the) Power without love.

"The Ocean is my church and my playground."

A política e o mundo só vão mudar quando nós mudarmos por dentro, e agirmos de acordo. E isso pode ir começando hoje; pense bem... Vamos nos perguntar se o que o nosso coração sente, o que a nossa cabeça pensa, o que nossa boca fala, e o que nossas mãos fazem... é AMOR... Nossos pensamentos, palavras e ações passam pelas peneiras da VERDADE, da BONDADE e da NECESSIDADE?

"The boisterous sea of liberty is never without a wave." (Thomas Jefferson, Oct.20th, 1820)

"Ninguém pode servir a dois senhores: não podeis servir a Deus e ao dinheiro"... (Lucas 16.13; Mateus 6.24)

"Mudar o mundo, amigo Sancho, não é loucura, nem utopia... É justiça!" (Dom Quixote de la Mancha, Miguel de Cervantes)

"Uma nação que valoriza seus privilégios acima de seus princípios, está a caminho de perder ambos." (Dwight Eisenhower)

"Para encontrar a solução de um problema, é preciso - primeiro - mudar a consciência que produziu o problema." (Albert Einstein)

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Transporte Coletivo em Curitiba: parte 5/5: Jaime Lerner: Curitiba vai ter 33 km de VLP - Veículo Leve sobre Pneus



Notícia da Gazeta do Povo de hoje: VLP será movido a eletricidade. Projeto corta a cidade de norte a sul, ligando o bairro Cachoeira, no limite com Almirante Tamandaré ao Alto Boqueirão, fronteira com São José dos Pinhais. O "Ovo de Colombo" da equipe do arquiteto Jaime Lerner: utilizará o leito da linha férrea... Será um transporte rápido, muito rápido; e alcançará enorme população.
Veja o link:
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1390148&tit=Prefeitura-quer-VLP-ideia-de-Lerner

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O último texto de Teresa Urban (1946-2013)

Tereza nasceu em 1946; e subiu aos céus no dia de ontem: 26 de junho (dia em que, há 26 anos atrás, me casei), despedindo-se de um país e uma cidade que amou. Ela amou, amou, amou, amou, e nunca deixou de amar. Amou a natureza... e amou os pobres. Precisa dizer mais? Teresa ontem se apresentou a Deus do jeito que veio, do jeito que foi criada, em toda a sua integridade; alguma coisa nela, nunca mudou, ela nunca deixou mudar; como que para garantir que Ele, quando chegasse a hora, pudesse reconhecê-la. E foi fácil; neste caso - por certo - foi fácil: o Pai olhou para ela, e se viu: Ele mesmo estava lá, inteirinho... 



Ruth Bolognese recebeu este texto de Teresa Urban, o último que ela escreveu antes de falecer ontem à noite. É uma reflexão sobre os acontecimentos destes dias. Lúcida, afiada, procura mostrar à amiga o caráter do movimento que levou milhares às ruas.
(publicado, em 27/06/2013, no blog de Fábio Campana. Veja o link:    http://www.fabiocampana.com.br/2013/06/ultimo-texto-de-teresa-urban/ ) 
   

Ninguém mandou você perguntar

“Olá Ruth, estou sem falar há dez dias, não por perplexidade mas por ordens médicas. O silêncio, neste barulho todo, me obrigou a pensar mais do que agir e foi uma experiência muito nova para mim. Montar um quebra-cabeças destes é difícil, amiga, porque a primeira coisa que descobri é que nem mesmo falamos a mesma língua (hoje li em algum lugar que não tem tecla SAP para isso). Abrimos um fosso tão grande entre o que chamamos de povo brasileiro e as elites (governo, políticos, ricos, intelectuais, jornalistas, esquerdistas, nós) e agora estão em nossa frente, serpenteando pelas ruas das cidades, anunciando sua existência.
Bom, quanto tempo faz que a gente não se pergunta como as pessoas se sentem nas cidades massacrantes, nos ônibus entupidos, na falta de respeito de motoristas com pedestres, de motociclistas com motoristas, de professor com aluno, de aluno com professor, de jovem com velho, de velho com jovem, de meninos de rua com gente de bem, de trabalhadores endividados pelo consumo fácil, de falta de amor, de médicos gelados como pedra, de gente entediada, de tráfico, de meninos mortos na periferia, de prisões lotadas, de crimes impunes…longa lista.
Lembra, Ruth, como foi o êxodo rural dos anos 70? Perderam-se as raízes. as cidades viraram amontoados humanos de um nível crescente de hostilidade, mas a gente vai levando.
Vizinhos, comunidade, amigos, partido, Estado que protege os mais fracos??? Bobajada, mano velho, vamos tocando, tem time de futebol. Tenho pensado muito em algumas palavras: pertencimento e desgarrados
Bem, deu no que deu, não somos um país, somos um monte de “eu”, cada um com seu cartaz, seu facebook e nada que os ligue.
Pode ser que um monte de eu se sinta pertencendo a alguma coisa, assim junto na rua…
A crise é de representatividade? É, mas não tão simples que uma reforma partidária resolva.
Lembrei muito de uma cena antiga, quando contestávamos a instalação da Renault nos mananciais e alguém perguntou quem representava a empresa naquela discussão. E um velhinho sem dentes, paletó de mangas curtas que não conseguiam esconder os rotos punhos da camisa, levantou o braço e disse: eu represento a Renault. Nunca esqueci disso porque não entendi qual a crença que levou aquele homenzinho a fazer isso (ninguém mandou, ele estava muito sozinho ali), mas acho que foi um momento de ousadia incrível.
Dizer eu me represento é mais ousado ainda e muito mais perigoso, Ruth. Ninguém representa ninguém naquela multidão, talvez depois, na foto no facebook, troquem suas representatividades.
Chegamos a isso por negligência e prepotência e agora é um trabalho danado de grande voltar a pensar em coisas pequenas para fazer contato com os alienígenas. Quem sabe aquele dedinho do ET de Spilberg tocando o dedo do menino ajude…
Agora, o que é mesmo ruim nesta história é o que a brava imprensa brasileira fez: criou uma nova espécie, sem nenhum estudo, nenhuma base científica, sem nenhuma pergunta: homo sapiens vandalus lamentavilis. Ruth,que vergonha tenho de ser jornalista. Quem são, afinal, aqueles meninos que não temem a polícia, que devolvem as bombas, que chutam tudo com fúria, que saem das lojas saqueadas com sacolas e somem na escuridão? Quem são, quantos são, onde vivem, de onde surgiram? São brasileiros ou só são brasileiros os que serpenteiam sem rumo?
São os dentes da fera, Ruth, só os dentes. O resto, a gente não conhece.
Enquanto continuarem dividindo o país entre manifestantes e vândalos ou, como ontem na OTV, uma repórter mais perdidinha dizia, protestantes e fanáticos, não vai dar para entender o que de fato acontece.
Outro pior é a legitimização e o aplauso à repressão policial.
Não sei se você viu, mas ontem havia uma galera na frente do Palácio Iguaçu (pra Curitiba, bastante gente, umas 10 mil pessoas?) quietos, sem nada que dizer, às vezes cantavam algo tipo “sou brasileiro com muito orgulho” exigiam caras e cartazes para a câmara de TV, andavam de um lado para o outro e só, só, só. Não sei porque estavam ali. Passaram reto pela Câmara, pela Prefeitura, estavam ao lado da Assembléia Legislativa mas pararam na frente do Palácio às escuras. Ninguém para falar, nem por eles nem para eles nem com eles. Foi uma cena muito surreal, que durou tempo, debaixo de chuva e frio.
De repente, do nada, o Palácio do Governo começa a vomitar uma enfurecida tropa de choque que sai jogando bomba, atirando bala de borracha sem mais.
Joãozinho estava lá, Thiago estava lá, Dani, filha de Clovis, estava lá. E mais uma galera de meninos que só estavam lá. Pelo tanto de luz de celular, era pra mostrar depois no face. Só então, na correria do depois, que os dentes surgiram na escuridão e começaram a morder a propriedade, pública ou privada, não importava.
Bom, Rurh, quando vi aquilo – polícia, cachorros, cavalos, bombas e os meninos correndo em desespero, chutando e quebrando tudo -, depois de muito, mas muito tempo na minha vida marvada, chorei.”

T

sábado, 22 de junho de 2013

A Manifestação Brasileira, por Caio Oleskovicz


Leiam a análise de Caio Oleskowicz sobre as manifestações que estão ocorrendo. Os jovens devem manter-se alertas. OLHO VIVO!
A manifestação brasileira

sexta-feira, 31 de maio de 2013

E Deus nos fez... "Recicláveis"...


"Enriquecendo"?? Só desde o século XVI? Parecem esquecer que todos nós também somos "recicláveis"...

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Sustentabilidade: Curitiba poderá testar carro elétrico japonês

Presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba,
Sérgio Póvoa Pires, em Yokohama, com carro da Nissan

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Um carro elétrico japonês que integra um projeto de casa sustentável poderá ser testado em Curitiba para avaliação de viabilidade técnica, econômica e ambiental. Apresentado esta semana ao prefeito Gustavo Fruet em Yokohama, Japão, por executivos da Nissan, o carro é abastecido, em determinados horários, com a energia utilizada na casa. Em outros horários é o carro que abastece a casa com energia armazenada em bateria.
Veja notícia completa em:
http://www.curitiba.pr.gov.br/noticias/curitiba-podera-testar-carro-eletrico-japones/29542

domingo, 19 de maio de 2013

As 4 Leis da Espiritualidade ensinadas na Índia



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Recebido de Sandra Oliveira, via Facebook:

As 4 Leis da Espiritualidade ensinadas na Índia

A 1ª diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa“.
Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as
pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm
algo para nos fazer aprender e avançar em cada
situação.
A 2ª lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia
ter acontecido“.
Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas
vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor
detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…”
ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi
tudo o que poderia ter acontecido, e foi para
aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e
cada uma das situações que acontecem em nossas
vidas são perfeitas.
A 3ª diz: “Toda vez que você iniciar é o momento
certo“.
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois.
Quando estamos prontos para iniciar algo novo em
nossas vidas, é que as coisas acontecem.
E a 4ª e última afirma: “Quando algo termina, ele
termina“.
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é
para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em
frente e se enriquecer com a experiência. Não é por
acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à
nossa vida hoje, é porque estamos preparados para
entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.



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terça-feira, 7 de maio de 2013

Atitudes Vencedoras


Artigo (recebido de João Luiz Ribas Pessa) publicado na revista da AVIANCA, compartilho:

ATITUDES VENCEDORAS

POR CARLOS HILSDORF (palestrante internacional e autor)

A vida é feita de escolhas. Não escolher é a pior delas, pois significa que seremos determinados pelas escolhas feitas por terceiros, à nossa revelia. Não podemos escolher o que a vida coloca à nossa frente, mas podemos e devemos escolher como reagiremos aos fatos. Não se trata de meras decisões, de escolhas teóricas, mas de execução, de atitudes colocadas em prática. Na ausência de concretização, uma decisão é só um desejo.
As empresas não estão preocupadas se você pertence à geração baby boomer, X ou Y, elas estão interessadas em quanto valor você é capaz de agregar aos negócios. Muito mais que a mera procedência universitária e, até mesmo, currículo, empresas excelentes estão em busca de profissionais com intenso comprometimento e capacidade de realização, uma vez que inovação, alta performance e resultado são palavras de ordem em uma época de feroz competitividade.
Os maiores obstáculos ao sucesso na carreira das pessoas são de ordem comportamental. Elas não perdem para seus competidores e pares, perdem para si mesmas, em função do condicionamento a um estilo limitador de atitudes. Tais atitudes são aquelas que restringem nossas possibilidades de sucesso e felicidade. Elas estão ligadas aos nossos medos e mecanismos de defesa. Na tentativa de evitar riscos e sofrimentos, nos protegemos demais e, ingenuamente, não percebemos que o excesso de proteção é mais perigoso que o sofrimento que temíamos.
Quem se protege demais é prisioneiro de si mesmo, não ousa, não inova, não vive. Enquanto nos defendemos não crescemos, apenas fugimos das responsabilidades, encontrando desculpas nobres para atitudes pobres. Atitudes limitadoras transformam dificuldades em problemas.
Já as atitudes vencedoras são aquelas que estão alinhadas com a nossa autorrealização. É através delas que nos tornamos quem nascemos para ser. São as escolhas que contribuem com nosso crescimento pessoal, com a expansão de nossas possibilidades, com a ampla utilização das nossas potencialidades e talentos. São atitudes que beneficiam a integração do ser, tornando-nos plenos, realizados. Elas nos conduzem ao sucesso e resultam em especial fonte de felicidade. Atitudes vencedoras transformam dificuldades em oportunidades. O filósofo Aristóteles dizia: "Nós nos tornamos aquilo que repetidamente fazemos!".
Profissionais de alta performance realizam uma importante vitória sobre si mesmos: fortalecem suas forças e diminuem suas fraquezas. Estes profissionais desenvolvem atitudes vencedoras, transformando dificuldades em oportunidades, jamais em problemas. Livre-se de desculpas nobres para atitudes pobres! Vença seus mecanismos de defesa. Viva uma vida em grande estilo, repleta de realizações memoráveis. Você possui o potencial de fazer as coisas acontecerem. Transforme este potencial em realidade. Não delegue a sua vida a terceiros, dedique-se a desenvolver atitudes vencedoras.
Seu futuro agradece.

sábado, 4 de maio de 2013

Igualdade não significa Justiça. Mais: a falta de possibilidade de escolha da grande maioria das crianças brasileiras (veja também o vídeo com Eduardo Gianetti)

Não há mal nenhum na desigualdade, ou na diversidade.
Mas às vezes vejo algumas pessoas já despossuídas de tudo.
E muitas outras lutando para sobreviver, em extrema pobreza.
Outras vezes, vejo os filhos dessas pessoas, ainda muito novos, sendo perdidos para as drogas, para a violência e - igualmente - para a desesperança da pobreza extrema.
Há situações na vida em que, se não houver uma mão ajudando a sair, não haverá solução.
Devíamos estar muito mais acostumados a isso: sem amor, o ser humano não sobrevive. Desde a mais tenra idade, os nossos recém-nascidos (ao contrário dos animais), sem ajuda, não são capazes de mamar, de se limpar, de se locomover. Não têm nenhuma autonomia. São capazes apenas de... Chorar...
Devíamos entender melhor o que somos, e começar a fazer empresas muito mais solidárias. Ou, o que permanecerá como nosso legado, será a injustiça de querer tratar como se fossem iguais, os desiguais...
Para que haja JUSTIÇA, é preciso prover OPORTUNIDADES para os desfavorecidos. E isso, só será possível se os mais favorecidos forem ensinados e estimulados a olhar em volta. E, consultando seus corações, tenham novas atitudes, dando de si e ajudando a formar organizações para produzir e distribuir novas formas de riqueza...
[Isto vale também para os banqueiros, com seus "olhos de vidro"...; no caso, material inútil e descartável...]
No fim, estarão fazendo o bem a si mesmos; porque, embora - infelizmente - pareçam não querer saber, O CORAÇÃO ESTÁ CONECTADO AO CÉREBRO (só os profetas percebem o óbvio...)... ESTA É A CONEXÃO MAIS ÍNTIMA NO CORPO HUMANO: O CORAÇÃO PULSA A CADA SEGUNDO, INFLUENCIANDO O CÉREBRO, QUE COMANDA OS  DEMAIS "DEPARTAMENTOS"...
Quem não quiser cair no esquecimento (dos omissos) e no auto-esquecimento (dos alienados), ou na "lembrança forçada" pela necessidade e pelo exercício tirânico do poder, ainda em vida; e com isso arriscar-se, no pós-vida, a ser "premiado" com a segunda morte (a morte espiritual), precisará manter - permanentemente acesa - essa conexão vital...
VAMOS AGIR MUITO MAIS COMO AS CRIANÇAS? Com a cabeça no comando... Mas, como elas, as crianças, do jeito que viemos ao mundo, com a espontaneidade das crianças, COM O CORAÇÃO?

[veja abaixo vídeo com Eduardo Gianetti, falando sobre como se chega à desigualdade no Brasil; e o tipo de desigualdade bem nossa, que gera a falta de escolha possível para um número enorme de crianças brasileiras]

Desterrada a justiça, que é todo o reino senão pirataria? (Santo Agostinho)


                  Consultando (junto) Razão e Coração

Eduardo Gianetti: A desigualdade e as crianças brasileiras

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Dar e receber. Receber e dar

www.tinygreenelephants.com [clique para AMPLIAR]
O Universo, Deus e o Amor almejam o equilíbrio... Dar e receber... Os que mais receberam estão destinados (de um outro ponto de vista, obrigados...) a dar mais...
Essa é a Lei que nutre o ciclo da vida, e devemos cuidar em não quebrar, ou afrontar...

domingo, 21 de abril de 2013

Verdades: Prudência e Coragem


"Só sobre as verdades velhas
é que sabemos muitas coisas;
a verdade que nos faz progredir
é ousada e nova,
pois oculta o seu fim,
como a semente oculta a árvore.

Assim, quem hesita em agir,
querendo saber mais
do que o próximo passo lhe permite,
deixa escapar o que atua.
Ele toma a moeda
pela mercadoria
e de uma árvore
faz lenha."

sábado, 13 de abril de 2013

Bert Hellinger: "Estar em sintonia com algo maior"

ESTAR EM SINTONIA clique para AMPLIAR
Do livro ORDENS DO AMOR, de Bert Hellinger, 2001 (página 394 da edição brasileira, Editora Cultrix):

Estar em sintonia com algo maior (ou: Nunca se sabe ao certo)

Conta uma história chinesa que dois cavalos selvagens apareceram no sítio de um camponês. Então as pessoas lhe disseram: "Você teve sorte". Ele porém respondeu: "Veremos". No dia seguinte, seu filho montou os cavalos, mas foi derrubado e quebrou uma perna. Então as pessoas lhe disseram: "Você teve azar". Mas ele respondeu: "Veremos". No dia seguinte, apareceram enviados do imperador, recrutando jovens para a guerra...

NUNCA SE SABE AO CERTO clique para AMPLIAR