Bert Hellinger, no livro "Ordens do Amor" (páginas 186 e 187, Editora Cultrix, 11a. Edição, 2010):
"Existe uma orientação interna. Quando alguém fica atento a ela e se recolhe ao próprio centro interior, percebe quando atingiu o limite ou qual é a medida certa. Às vezes, estabelecemos a medida por nossa cabeça, e esta medida frequentemente está errada. Por exemplo, quando alguém tem um sentimento muito forte e autêntico, e se entrega a ele, o próprio sentimento lhe mostra a medida, e a pessoa nunca pode ultrapassá-la.
É bem diferente quando a pessoa fantasia um sentimento"... "um sentimento falso. Nesse caso, por não estar centrada, a pessoa ultrapassa a medida certa. Mas um sentimento que nasce imediatamente de uma situação já inclui sua medida, mesmo quando o julgamos desmedido. Num relance, percebemos perfeitamente: agora é bom. Assim, é possível encontrar também a medida em outras situações.
Alguns julgam que a medida pequena é mais segura do que a grande. Não, a medida certa é a única segura."
"A medida resulta da interação com uma coisa, uma tarefa ou uma pessoa. Não é possível determiná-la de antemão."
Experiência de vida:
A vida, com sua sabedoria, vai ensinando (aos que se dispõem... e abrem suas mentes e corações para aprender...), que as pessoas são mais importantes que as coisas. Ensina também, que alguém só se torna um velho empedernido e inflexível quando a alma se fecha, para não mais aprender...
Mas a medida certa das coisas, a medida bem certa das coisas... quem dá mesmo é a vida, no seu devido tempo. Por isso, a sabedoria vai chegando através da experiência, e é - sem qualquer sombra de dúvida - um atributo da maturidade e da velhice.
Melhor, pois - sempre que possível - aprender com a experiência dos mais velhos. Custa menos...
E há, como sempre, alguns poréns...: o que é seguro na juventude, pode não ser seguro na velhice... e vice-versa...; não é propriamente que na juventude qualquer coisa seja absolutamente segura... mas - às vezes - é necessário, ou vale a pena, correr o risco; até para avançar..., ou administrar o risco...; que, em alguns casos, como quando se constrói um avião, deve se aproximar de ZERO...
Em todos os casos, quando se arrisca a vida, nas situações mais extremas, em especial quando se luta pela justiça, pela liberdade e pela inovação (ou progresso), o risco é enorme... Aí, o que conta é a CORAGEM, porque acaba-se por viver no limite. E também a COMPETÊNCIA, para reduzir os riscos a níveis aceitáveis à sobrevivência; a competência inclui o EQUILÍBRIO (ou a MEDIDA CERTA) para saber até onde é possível avançar, discernindo o TEMPO e o MODO de fazer... E, como muitas coisas só se resolvem nas crises e situações extremas, adquirir a capacidade de adquirir e acumular CONHECIMENTO e a capacidade de LIBERAR o conhecimento acumulado NO MOMENTO CERTO...
Política Pirata Pirate Politics Love before power O amor antes do poder Then Love with power Então o Amor com o poder To destroy (the) Power without love Para destruir o Poder sem amor.
Política Pirata. Pirate Politics.
Política Pirata. Pirate Politics. Por que este blog tem esse nome estranho, 'Política Pirata'... or 'Pirate Politics'? Para estarmos atentos da enormidade do que há de pirataria na política. Afinal, é a Política que faz a mediação entre dois campos de atuação do diabo: o Dinheiro (Economia) e a Guerra...
Desterrada a justiça, que é todo o reino senão pirataria? (Santo Agostinho)
O amor antes do poder Love before power
Então o Amor com o poder Then Love with power
Desterrada a justiça, que é todo o reino senão pirataria? (Santo Agostinho)
O amor antes do poder Love before power
Então o Amor com o poder Then Love with power
Para destruir o Poder sem amor.
To destroy (the) Power without love.
"The Ocean is my church and my playground."
A política e o mundo só vão mudar quando nós mudarmos por dentro, e agirmos de acordo. E isso pode ir começando hoje; pense bem... Vamos nos perguntar se o que o nosso coração sente, o que a nossa cabeça pensa, o que nossa boca fala, e o que nossas mãos fazem... é AMOR... Nossos pensamentos, palavras e ações passam pelas peneiras da VERDADE, da BONDADE e da NECESSIDADE?
"The boisterous sea of liberty is never without a wave." (Thomas Jefferson, Oct.20th, 1820)
"The Ocean is my church and my playground."
A política e o mundo só vão mudar quando nós mudarmos por dentro, e agirmos de acordo. E isso pode ir começando hoje; pense bem... Vamos nos perguntar se o que o nosso coração sente, o que a nossa cabeça pensa, o que nossa boca fala, e o que nossas mãos fazem... é AMOR... Nossos pensamentos, palavras e ações passam pelas peneiras da VERDADE, da BONDADE e da NECESSIDADE?
"The boisterous sea of liberty is never without a wave." (Thomas Jefferson, Oct.20th, 1820)
"Ninguém pode servir a dois senhores: não podeis servir a Deus e ao dinheiro"... (Lucas 16.13; Mateus 6.24)
"Mudar o mundo, amigo Sancho, não é loucura, nem utopia... É justiça!" (Dom Quixote de la Mancha, Miguel de Cervantes)
"Uma nação que valoriza seus privilégios acima de seus princípios, está a caminho de perder ambos." (Dwight Eisenhower)
"Uma nação que valoriza seus privilégios acima de seus princípios, está a caminho de perder ambos." (Dwight Eisenhower)
"Para encontrar a solução de um problema, é preciso - primeiro - mudar a consciência que produziu o problema." (Albert Einstein)
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
PIEDADE E IMPIEDADE
Brasília: Estádio Mané Garrincha
A "City of London", através de seus porta-vozes "independentes", o "Financial Times" e o "The Economist", sugerem que "se Dilma Rousseff quer a reeleição deve escolher uma nova equipe econômica" (The Economist, 08/12/2012). A "campanha" do "The Economist", corroborada também por muitos outros artigos no mesmo sentido, em especial no "Financial Times", fala em - nada mais , nada menos - que "quebra de confiança" ("a breakdown of trust")...
Leia o artigo do "The Economist" em: http://www.economist.com/news/leaders/21567942-if-she-wants-second-term-dilma-rousseff-should-get-new-economic-team-breakdown-trust
Bom, resta saber onde foi quebrada a confiança...
Com a mais absoluta certeza, porque o resto é especulação, os bancos e os banqueiros, com a queda dos juros, estão menos confiantes nos lucros que os seus balanços vão apresentar... Mas, pode-se desde já assegurar, ainda serão muito bons (os lucros)...; se comparados, esses lucros, com os custos que são impostos aos clientes e com a situação em que vive a grande maioria da população brasileira, é uma vergonha.
Mas aos banqueiros... Bom, nada disso lhes interessa... "Eles" falam em "quebra de confiança"... O "governo brasileiro" já não é mais tão confiável....
Pedem a cabeça do Mantega... Na verdade, estão mirando na "política econômica do governo Dilma Rousseff"...
PERHAPPINESS... "Tadinhos" (se acham sérios e "parecem" sérios... "Para quem os compra"...; isso ("comprá-los"), por certo, são muitos os que estão e estarão ansiosos por fazê-lo... Estão com saudades dos 8 anos do presidente FHC (com Pedro Malan na Fazenda, hoje conselheiro do Itaú Unibanco) e dos 8 anos do presidente Lula (com o médico Antonio Palocci e com o próprio Mantega na Fazenda; na época, os banqueiros, "a portas fechadas", diziam que derrubavam o governo em 6 meses, se quisessem...). No Banco Central, tiveram "muuito melzinho na chupeta", com Armínio Fraga (formado e "deformado", com todos os méritos, em Princeton, no Soros Fund e na Salomon Brothers) e com Henrique Meirelles (Bank Boston, hoje Bank of America)...
Sem qualquer demérito para os supra-citados, mas a VISÃO que parecem ter é sempre a mesma. Assim:
Mais do mesmo... Não vai muito além...
Não são capazes de pensar que essa "montanha de dinheiro" especulativo poderia ser aplicado em educação, em saúde, em saneamento, em infra-estrutura e, como resultado, CRIAR POSTOS DE TRABALHO, CRIAR EMPREGO. Em outras palavras, CRIAR RIQUEZA.
De outro lado (Que fazer??), a solução (de Pronto-Socorro) é, nada mais nada menos que: "Dá-lhe Bolsa Família!"... E daí, como resultado do propalado "assistencialismo", os supostos "empreendedores de si mesmo" criticam os que, minimamente, socorrem os excluídos... Por que, então, não são verdadeiramente honestos e ajudam a criar EMPREGO e SALÁRIO DECENTE???
Será que não "se tocam"?? "Viciaram" no "ganho fácil"?? Será que não conseguem ter um mínimo de compaixão?
Muitos empreendedores norte-americanos mandaram substituir máquinas escavadeiras por trabalhadores braçais, na Grande Depressão. Não seria, talvez, desse mesmo tipo de altruísmo que precisamos também por aqui?? É preciso refletir... Temos multidões de favelados e de excluídos...
"Quosque tandem, Catilina, abutere patientia nostra"?
PS: Aprendi na UCSB (Curso de Economia, University of California at Santa Barbara) que o DÓLAR É A MOEDA MUNDIAL... (isso é um "detalhe"...; a UCSB é mais que ótima...) Como "o bom cabrito não berra", fiquei calado...
Com certeza, aprendem-se coisas "do mesmo tipo" em Princeton (Escola e "escola" do Armínio Fraga), no MIT e em Harvard (onde Henrique Meirelles está em Conselhos Setoriais); em Stanford, em Berkeley ou na UCLA... "Eles", parece, se entendem, têm um tipo de "visão única"... E nós, aonde vamos?? Vamos continuar sendo os "otários" ou "cafajestes" de sempre, que vão estudar a "catequese" alhures, aprendendo a "técnica" de como enganar os "índios"? Ou vamos aprender, inclusive, a nos aliarmos às pessoas mais humanas e compassivas, também nos USA, Europa, China, Emirados, Israel, Índia, Rússia ou Japão (sem descartar, naturalmente, o Oriente, África, Latino-América e demais "points" e "grotões")? Afinal, acolá, como cá, também existe gente que "pensa com o coração"...
PS2: "Déjà vu": parece os anos 1970, da Ditadura Militar...: dá-lhe construir... ESTÁDIOs! (é só o que não falta em nosso país: estádio de futebol; além das nossas riquezas mal exploradas...)... (já não temos mais nem ao menos os antigos "campinhos de várzea", para a piazada jogar)... Mas, "as usual", quando vão fazer "mais do mesmo", mudam-se os nomes (a corrupção começa sempre pelas palavras...)...: agora chamam os estádios de:... ARENAs... Talvez seja mesmo mais adequado: remete a Roma, aos antigos "pagãos" e aos antigos cristãos...
Mas, hoje, quem é que são mesmo os "fiéis"? Como vamos reclamar dos banqueiros, se escolhemos mal, e se escolhemos prioridades erradas para aplicar o dinheiro; que - sabemos - é escasso? Como vamos reclamar se não temos VONTADE POLÍTICA e COMPETÊNCIA para organizar nossas empresas e instituições, de forma que haja verdadeiramente participação societária dos empregados, da população em geral, dos bancos, dos empresários, do Estado (sim!, principalmente onde estiver o interesse público!), das ONGs e muitos outros interessados, sem exceção, unidos para fazer empresas sérias, auto-reguláveis e fiscalizadas pela sociedade? O socialismo e o capitalismo podem conviver. Aliás, ainda não descobriram outro jeito que FUNCIONE MELHOR, E DE FORMA DURADOURA... Mas precisamos deixar de radicalismos. Se estatizar tudo é coisa de comunista, privatizar tudo é coisa de fascista... Não é chegada a hora de fazermos parcerias do que é público com o que é privado de forma honesta e bem-intencionada, criando mais e mais EMPRESAS LUCRATIVAS para todos os interessados (que precisam necessariamente ser sócios), inclusive e principalmente O POVO? Como vamos reclamar da impiedade dos banqueiros se somos, nós mesmos, IMPIEDOSOS?PS3: O artigo de "The Economist" (link acima), em seu último tópico recomenda: "Stop meddling and let animal spirits roar" (ou, em outras palavras, "Pare de 'se meter' e deixe o instinto animal rugir"...).
Bom, "para o instinto animal (dos banqueiros) rugir", ou seja, fazer com que eles coloquem o "rico dinheirinho" deles na produção e na infraestrutura brasileiras, temos que propiciar boas taxas de retorno do Capital; fazer dar lucro... De um lado, é fácil: o Brasil é uma grande fronteira ainda a ser explorada. De outro, há dificuldades: burocracia, corrupção, ineficiência, excesso de leis, impostos etc; precisamos pois, fazer ainda nossa "lição de casa"... Mas, voltando a lembrar, é bom baixar também os juros, porque daí... os banqueiros não vão deixar o dinheiro "parado"; vão colocar "a bufunfa" em atividades mais rentáveis: na PRODUÇÃO.
Restará fazer que PRODUZIR seja mais rentável que APLICAR financeiramente...
And "last but not least"... Não esquecer de "cevar" os banqueiros..., que eles também são filhos de Deus... E têm um "instinto de sobrevivência" que... o "The Economist" sabe bem do que está falando...
"Vamo lá Brasil! A bola tá conosco! Não vamo perder esse lance!"
E repetindo (todos juntos, numa só voz!!...)(pois "as palavras têm poder"... e os atos, muito mais...): "Quosque tandem, Catilina, abutere patientia nostra"?
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
METRÔ DE CURITIBA. Para ajudar a pensar. Transporte Coletivo em Curitiba: parte 4/5
ATENÇÃO. ASSUNTO SÉRIO E MUITO TÉCNICO. NÃO É NEM PARA AMADORES E NEM PARA INEXPERIENTES! PENSE NISSO... SÃO QUESTÕES, PRINCIPALMENTE, DE BOM SENSO... E QUE EXIGEM UMA MUITO CONSISTENTE ANÁLISE TÉCNICA E POLÍTICA.
Nessa entrevista (de 35 minutos, para a CBN Curitiba, em 17 de janeiro de 2012), o ex-prefeito de Curitiba, Jaime Lerner, fala do Metrô e de outros assuntos do interesse de nossa Cidade. É uma EXCELENTE ENTREVISTA, de um político e técnico de grande experiência e sabedoria; muito boa para iniciar as discussões sobre o Metrô de Curitiba. Ouça a Entrevista em:
http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/Entrevista/4969
Arquiteto e Urbanista Jaime Lerner
Abaixo, alguns trechos da entrevista, onde o renomado arquiteto e urbanista, nosso ex-prefeito e ex-governador, fala de Curitiba, de "falsos dilemas", do Metrô, de diversos outros modais, do transporte público individual (bikes e mini-carros elétricos), "bolas-foras" da última administração de Curitiba, e muito mais...:
"Na verdade, nem o carro nem o metrô são solução"...
"Uma linha (ou meia-linha) de metrô não vai resolver"...
"Hoje 120 cidades no mundo usam o BRT - Bus Rapid Transit de Curitiba"
"Hoje está se dando prioridade ao automóvel aqui em Curitiba"
"Dez, quinze anos atrás o ônibus Expresso tinha prioridade no sinal"
"O que que adianta ter o maior ônibus do mundo, ter embarque rápido, se o ônibus vai parar em cada esquina para deixar passar o automóvel?"
"Estão canibalizando o sistema de transporte público de Curitiba para justificar um metrô"
"As pessoas que pensam em metrô, pensam que o metrô vai passar na frente da casa delas...; isso não vai acontecer..."
"Londres, Paris, Moscou, Nova York, fizeram os sistemas de metrô 150 anos (Londres, antes mesmo do ônibus), 120 anos atrás (Paris), quando era mais barato trabalhar no sub-solo; você tinha redes completas..."
"84% da população de São Paulo se transporta na superfície"
"'Ou seja... 'Metronizar' a superfície"... "Até para melhorar o Metrô"...
"Grave: vai se pagar muito caro e a operação do metrô precisa ser subsidiada"
"Ou seja: significa retirar dinheiro de educação, saúde, atenção à criança, segurança"...
"Veja, o lobby que foi organizado, foi organizado para viabilizar o metrô"...
"O custo do metrô é 100 vezes mais caro por quilômetro"
"O segredo da mobilidade está em jamais competir um sistema com o outro; se tem metrô, opere bem; se tem ônibus, táxi, bicicleta, opere bem"...
"O que vai surgir cada vez mais é o transporte público individual. Você vai ter carrinhos, aqui, que vão ser usados por 30 pessoas durante o dia"...
"R$ 2 bilhões... dá para fazer de Curitiba a melhor cidade do mundo..."
"Curitiba precisa voltar a ser vanguarda"...
"País subdesenvolvido é o que compra como última novidade o obsoleto."
"Depois de uma certa idade, a gente não tem medo do ridículo. A gente diz o que pensa"...: "No Brasil, a única coisa que não falta é estádio"...
"O custo (relativo) do BRT (ônibus) é de 1 a 2; do VLT (trem leve) de 20 a 30; do Metrô é 100; e a operação precisa ser subsidiada."
"A tarifa está alta porque o índice de passageiros por quilômetro caiu"
"Em época de eleição acenam-se com coisas que já não entusiasmam em nenhum lugar do mundo"
"Lembro de uma frase que vi num muro em Lima, Peru: 'Basta de obras, Queremos sonhos'"
"Falta propor um bom sonho: para Curitiba, para o Paraná, para o País"
"Vamos perdendo a chance de realizar novos sonhos"
"Não é o mercado que pode indicar tudo"
"A pesquisa de mercado não diz muitas e muitas coisas..."
"Tá na hora de avançar"... "Não é ir atrás do que já foi"...
"O mercado é um espelho retrovisor que aponta para trás"
Com ironia, citando o político pernambucano Fernando Lyra (ex-deputado pelo MDB, PMDB, PDT e PSB; ex-ministro da Justiça do presidente Tancredo Neves, que ajudou a eleger, mantido pelo presidente José Sarney), quando, em uma ocasião, foi vaiado no Recife (na presença de Lerner): "A vaia é o aplauso dos que não concordam"...
E também Vinicius de Morais: "O sim é um descuido do não"
"Quando uma coisa é nova vai encontrar resistência"...
"Tem um jeito de ser aprovado por todo mundo: não fazer nada"
E, finalizando a AULA:
"Essa é a pergunta: 'O que você deixa'??"
Não deixe de ouvir (Jaime Lerner na CBN). Clique e acesse pelo Link:
http://www.cbncuritiba.com.br/site/texto/noticia/Entrevista/4969
E agora, minha OPINIÃO, naturalmente que "sub judice" (livre pensar é só pensar...):
1 - O metrô custa 50 a 100 vezes o sistema atual. E terá que ser subsidiado. Mas, se for mesmo para fazer o metrô, que tal "esquecer o centro" e fazer, para começar, a linha Sul: Portão (ou Capão Raso)-CIC Sul (7 ou 5 Estações) e - talvez (se houver recursos para tanto) - ao Norte, a linha Cabral-Santa Cândida (5 Estações)?
2 - No trecho Capão Raso (ou Portão)-Cabral, que é caríssimo ["cruza" o Centro e tem grandes "subidas" e "curvas"- na Praça do Japão, do Shopping Estação até a Universidade Federal, do Passeio Público até o Alto do Cabral...; no caso específico do Metrô, implicaria na necessidade de "cavar fundo" e também de grandes "desvios" e "curvas"...; e ainda muitos outros custos e atrapalhos para a vida no centro da cidade, do Capão Raso ou Portão até o Cabral; então, "esqueça"...], continuaríamos, em toda essa área da cidade, a usar os nossos já tradicionais ônibus Expressos, melhorando muito o sistema atual e associando outros modais. Para eliminar os cruzamentos, faríamos trincheiras [melhora para os ônibus e melhora também - e muito... - para os "zombies" (automóveis)]...
Outra razão importante é que a população da região central da cidade (caso do trecho Portão-Cabral) utiliza pouco o Expresso. E por que isso? Elementar...: essa população, que vive principalmente nos prédios em volta, ou um pouquinho mais longe, tem nível sócio-econômico elevado, e usa seus... "zombies" ("as usual")... Quem usa mais o Expresso, é a "turma" que vem dos bairros mais afastados...
É preciso também atender à população que vive longe das linhas do Expresso e do Metrô; essa é a população mais sacrificada, tanto nos bairros próximos do Centro quanto nos bairros periféricos... Esse complemento (para, inclusive, "alimentar" Expressos e Metrô) precisa ser muito bem estudado, oferecendo novas alternativas de transporte rápido e estacionamento, inclusive para usos intermodais.
Muitas outras obras complementares serão necessárias; em particular, junto às Estações do Capão Raso (ou Portão) e do Cabral, para transferência do povo entre modais utilizados (especialmente o "transfer" ônibus-metrô, mas também automóveis, bikes, mini-carros, táxis, vans e outros veículos), estacionamentos para "zombies", motos, bikes etc. E ainda, também possível, a utilização comercial e empresarial, agregando valor às áreas dos Terminais, mediante verticalização.
Vantagens desta Opção de 2 linhas (seguindo algo próximo, e aproveitando ao máximo o projeto atual): a Opção da Linha Sul e da Linha Norte, "esquecendo o centro"...:
1 - gasta muitíssimo menos;
2 - faz, numa primeira etapa, uma extensão maior de metrô;
3 - prioriza a população dos bairros mais afastados, ao norte e ao sul, que são mais necessitadas de meios de transporte e de meios de transporte coletivo.
Para a região Sul, que compreende 2/3 de Curitiba, poderíamos - desde já - começar também a PROJETAR uma outra linha Sul, atendendo CIC, Tatuquara, Sítio Cercado, Alto Boqueirão, Boqueirão e Uberaba.
E, em paralelo, já projetarmos um futuro mais amplo, prevendo as demais linhas (ao Norte) e a integração com os municípios da Região Metropolitana.
_______________________________________________________________________
OUTRA ALTERNATIVA (SE O METRÔ FOR MESMO INEVITÁVEL): FAZER O METRÔ SÓ PARA O SUL (talvez a partir do Capão Raso). É para onde a cidade cresce, é fácil (tem espaço e a topografia ajuda; inclusive, a partir de um certo ponto, é possível que seja conveniente executar uma grande extensão pela superfície) e NÃO MEXE COM O CENTRO da cidade. Depois, no futuro, é ir interligando o Metrô com a Região Metropolitana, por vias subterrâneas ou de superfície. Também seria importante a execução de VIAS EXCLUSIVAS para BIKES e MOTOS, separadas. SÓ VIABILIZANDO OUTROS TRANSPORTES INDIVIDUAIS ALTERNATIVOS MELHORAREMOS O TRÂNSITO E DAREMOS UMA OPÇÃO REAL AO USO DO AUTOMÓVEL. O GRANDE PROBLEMA do transporte coletivo é que GASTA-SE MUITO TEMPO ao utilizá-lo. Principalmente por isso, o transporte individual é preferido; em resumo, usa-se MESMO o transporte individual PELA PRATICIDADE. Não temos, no nosso dia-a-dia, tempo a perder... VAMOS DEIXAR DETERIORAR, COM ENGARRAFAMENTOS, ATÉ MESMO O TRANSPORTE INDIVIDUAL? Só dando alternativas de transporte individual e coletivo, não deixaremos isso acontecer...
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Quem fizer isso (analisando bem qual é realmente a escolha mais criteriosa), poderá estar pavimentando o caminho para vencer as duas próximas eleições, no PARANÁ e em CURITIBA. É obra para MARCAR UMA GESTÃO, e para a nova administração MARCAR DE QUE LADO ESTÁ: obra das prioridades bem escolhidas... ou da má gestão do dinheiro público...
O povo vai julgar como está sendo considerado pelos seus mandatários; e vai julgar também os resultados...
Como deveríamos saber, VOX POPULI VOX DEI...
Mas o povo; ora, o povo... Depois, "manipulam-se" os votos... Temos tido muito disso. Os nossos políticos parecem pensar e agir assim. E o povo sente... Não é à toa que não confia nos políticos. No Brasil, no Paraná e em Curitiba, a má escolha de prioridades tem sido quase a regra; com as malversações num crescendo "geopolítico", só fazendo por aumentar, quando as decisões saem do nosso município para o Estado e, deste, para o plano Federal... Mas temos tido também administrações razoáveis. Não ouso falar em boas administrações públicas porque têm existido, sim; mas, no Brasil, as boas administrações públicas têm sido apenas raríssimas (e louváveis) exceções... Além disso, "ninguém é uma ilha"... As limitações são grandes... Uma PENA! Podemos fazer mais. Provavelmente muito mais. Afinal, há também muitos exemplos meritórios a seguir: na cidade, no estado, no Brasil e no mundo...
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Dedicada a meu filho: Father and Son (lyrics) - Cat Stevens
Esta música é de 1970, ano em que fui a Londres pela primeira vez, com a turma da Engenharia (Civil) da UFPR. Meu filho Rodolfo, arquiteto, está indo hoje para Londres. Embora esta música provavelmente tenha mais a ver comigo do que com ele (na época, fazia sentido para mim; e ainda gosto dela...), é nele que estou pensando agora. Felicidade, muita felicidade, meu filho! Deus te abençoe!
(Anyway... Happiness and/or, lembrando também Paulo Leminski, perhappiness... Nossos sonhos continuam aqui!...)
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Martin Luther King Day
HOJE, nos Estados Unidos, é o Martin Luther King Day (cai sempre na terceira segunda-feira de janeiro). Este ano, marca também o dia da posse do presidente Obama e os 50 anos do memorável discurso "I have a dream", realizado pelo reverendo em 1963. King foi assassinado não muito tempo depois, em 1968.
O equivalente, no Brasil, é o Dia da Consciência Negra, comemorado todo dia 20 de novembro e, agora, também Feriado Municipal em Curitiba.
Veja a notícia (do portal g1.globo.com):
Os Estados Unidos honraram a memória de Martin Luther King Jr. nesta segunda-feira (21) realizando homenagens e cerimônias comemorativas, com multidões esperadas em eventos em Atlanta, cidade natal do líder de direitos civis assassinado.
Com a posse do presidente norte-americano, Barack Obama, no mesmo dia do feriado nacional que marca o nascimento de King, entre os muitos eventos está uma chamada festa da vigília na Igreja Batista Ebenezer de Atlanta, com os eventos de Washington sendo exibidos em uma tela gigante.
Uma cerimônia na igreja histórica marca os 50 anos que se passaram desde o discurso "Eu Tenho um Sonho" de King, que ele fez em Washington em 1963, disseram organizadores. O principal orador na cerimônia será o reverendo Samuel Rodriguez, presidente da Conferência Nacional de Liderança Cristã Hispânica.
King e o pai dele, o reverendo Martin Luther King Sr., eram pastores na Igreja Batista Ebenezer. Ela fica na histórica Avenida Auburn de Atlanta, perto do King Center, estabelecido em 1968 por Coretta Scott King, viúva do ativista assassinado. Na avenida, não muito longe da igreja, está a casa dos avós de King, onde ele nasceu em 1929.
King, que liderou a luta pelos direitos civis do país e recebeu o prêmio Nobel da Paz em 1964, foi assassinado em 1968 em Memphis, Tennessee, aos 39 anos.
Em todo o resto do país, onde o Dia de Martin Luther King é feriado nacional desde 1986, bancos, mercados financeiros e prédios públicos permanecem fechados.
domingo, 20 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
15 minute Extreme Full Body Home Workout ( Using just 5 Movements )
O "alemão" que faz a apresentação parece meio "pirado"... mas os exercícios são simples e muito bons, em especial para quem tem uma vida e/ou trabalho sedentário. É bom "tentar"...
A sequência é fácil. Fazer. MEMORIZAR; memorizar um exercício de cada vez; mesmo que seja um por dia...; ou um por semana...; para memorizar, talvez seja bom ver os exercícios desligando o som... E USAR (faz bem) nos "intervalos" do trabalho, do jeito que der... Não é difícil (são exercícios fáceis...)! Lembre-se: FAZER INTERVALOS no trabalho... Em último caso, PELO MENOS CAMINHAR...
Pois até para fortalecer a mente... o corpo precisa estar forte...
domingo, 13 de janeiro de 2013
PenDrive de 1 Tera = mil Gigabytes: Tecnologia, Filosofia e Teologia
TECNOLOGIA:
Terminou na última sexta-feira (11/01/2013) em Las Vegas, Estados Unidos, a edição 2013 da maior feira de tecnologia do mundo, a CES (Consumer Electronics Show).
A Kingston anunciou na CES 2013 um pen drive de 1 terabyte (lembrando que 1 Tera = 1000 Giga), o DataTraveller HyperX Predator, considerado o memory key de maior capacidade (construído até hoje) e um dos mais velozes do mercado.
Fechado, o Predator é um toletinho de metal (zinco fundido) de 7,2 x 2,7 x 2,1 cm, com mais 1,6 cm se contarmos a argola de fixação, que parece uma fechadura com chave (o que não seria má idéia...).
Para se chegar nesse nível de miniaturização foram usados oito chips de memória flash de 128 GB, sendo que cada um deles é formado por oito núcleos (ou “die”) de memória flash de 16 GB cada empilhados uma sobre a outra no mesmo encapsulamento, resultando assim nos 1.024 GB ou 1 TB. Sua nova controladora de memória (capaz de gerenciar os 1 TB) é extremamente avançada.E quem é o público-alvo desse dispositivo? Devido ao seu excesso de superlativos — incluindo o preço — acredita-se que os primeiros compradores sejam entusiastas e early adopters que sempre estão interessados em ter o melhor antes dos outros.Porém, como estamos falando de um produto premium e de nível profissional, é claro que ele pode encontrar o seu público em qualquer setor — seja ele privado ou de governo — que necessite um dispositivo de armazenamento compacto, rápido, confiável e resistente. Gente disposta a pagar o preço (uns US$ 3,000...)... Depois, baixa...
FILOSOFIA:
Com a velocidade que estão ocorrendo essas transformações, com grande aumento da capacidade de memória em micro-dispositivos, EM POUCO TEMPO TODO O CONHECIMENTO HUMANO ESTARÁ ARMAZENADO NUM PENDRIVE. Fantástico, não?? Somos pequenos, muito pequenos... A não ser que exista uma outra "dimensão"...
TEOLOGIA:
Isso diz da pequenez e da grandeza da condição humana... Paradoxo?? Para entender a mente de Deus, é preciso entender como funcionam os paradoxos... Ele mesmo, "a luz que habita nas trevas" ou "a ordem por trás do caos" ou "o suscitador de demônios... e da peneira do diabo...", que nos fez tão frágeis e ilimitados, é o DEUS DO AMOR; por isso, estamos aqui...
Quando é que seremos capazes de olhar de frente nossos semelhantes, QUALQUER UM, e dizer, independente de tudo o mais: aí está alguém eterno, como eu; preciso ajudá-lo, porque ainda vou encontrá-lo infinitas vezes? E se ainda não é assim, devemos trabalhar para que seja assim...
Não?? Não mesmo??? É... Tem razão... Outro "paradoxo"... D-us tem a melhor memória do universo... Quando Ele quer, Ele tem também a melhor memória para esquecer... É assim que terminam algumas almas... no esquecimento... Isso é a segunda morte; a morte eterna, de que falam as Escrituras... Deu pra entender??
Que tal começar a olhar para os pequeninos, para os excluídos, para os humildes, para os pobres, para os solitários, órfãos, estrangeiros, para os misericordiosos e generosos, com outros olhos, com olhos de compaixão?? Que tal ajudar mais, em vez de espalhar descrença? Que tal "aprender também a compartilhar", em vez de só querer ganhar?
Ou a sua fé não chega a tanto??
Até aonde vai a sua fé? Que tal acordar de manhã e dizer (quando rezamos, estamos ensinando a nós mesmos, e profetizando...):
"Obrigado, Senhor Deus, por mais esse dia e pelas suas correções. Hoje é mais um dia de incontáveis pequenas chances. Faz com que eu esteja atento e não despreze as oportunidades de construir e de amar. Dai-me forças, para que eu possa fazer o melhor para a minha vida, para a vida da minha família e para a vida de meus vizinhos e concidadãos. Dai-me discernimento; em casa, na rua e no trabalho, Senhor... Ilumina os nossos governantes e faz de mim um ajudador, para que as coisas melhorem. Sara esta nação. Faz com que sejamos capazes de cuidar de nossa saúde: física, mental e espiritual. Faz chegar o teu espírito de amor a todas as nações. É chegado o Teu tempo, Senhor; acelera! Derrama a Tua Luz sobre as nações e seus governantes. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém! Que assim seja, Senhor!..."
A fila anda: "Brasil precisa olhar além de Niemeyer"
Entrevista de Paul Goldberger, 62, crítico de arquitetura mais popular dos EUA, detentor do prêmio Pulitzer pelos seus 25 anos de trabalho no "The New York Times". Foi concedida em New York para Raul Juste Lores, da Folha de São Paulo.
Acesse o link abaixo e veja a entrevista:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1213415-brasil-precisa-olhar-alem-de-niemeyer-diz-critico-de-arquitetura.shtml
Acesse o link abaixo e veja a entrevista:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1213415-brasil-precisa-olhar-alem-de-niemeyer-diz-critico-de-arquitetura.shtml
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
8 - Minha Primeira Campanha Política: 2012 - GUSTAVO FRUET - Parte 8
Na mesa, sentados (da esquerda para a direita): Roseli Isidoro, Marcia Fruet,
Gustavo Fruet, Mirian Gonçalves, Tadeu Veneri, Dr. Rosinha e Prof. Picler.
[Clique para Ampliar]
30/06/2012 - Local: Hotel Flat Petras, na rua Júlia da Costa, no Alto São Francisco. Convenção do PT para homologar as candidaturas de Gustavo Fruet e Mirian Gonçalves, além de apresentar a chapa de candidatos a Vereador pelo PT.
Em seu discurso, conforme rememora o "site" do PT, Gustavo Fruet convocou a militância do partido para a campanha, destacando o compromisso com o futuro da cidade de Curitiba. “É o que nos une”, enfatizou. Ele lembrou a recente disputa interna para a indicação da vice do PT, entre duas mulheres, e atribuiu o fato a uma demonstração de maturidade política do partido. Foi também muito aplaudido quando demonstrou toda sua afinidade com os compromissos e com as políticas de inclusão, erradicação da pobreza extrema e de distribuição de renda do governo federal: “Precisamos ter ousadia para erradicar a pobreza na cidade de Curitiba”, afirmou o candidato.
A reunião esteve pautada pelo bom humor. Gustavo, quando chegou, comentou que o PT programara sua chegada para a "hora do almoço" e, brincando, disse que isso não seria problema: afinal, "almoço é coisa de burguês"... O candidato a vereador Paulo Salamuni, representando o PV, descreveu passagens engraçadas de sua vida pública, entre as quais uma em que Jorge Samek (do PT, atual presidente da Itaipu Binacional), em campanha conjunta, teria sugerido, num circo, que Salamuni entrasse num "Globo da Morte" (aquele em cujo interior as motos giram, desafiando a gravidade...), como "prova de confiança e coragem"... Salamuni entrou... O Professor Picler, do PDT, comentou que o PT precisava lhe ensinar qual a "magia do partido" porque, no PDT, estava muito difícil acertar com os pré-candidatos a vereador que tinham ficado de fora do chapão... Mirian Gonçalves, nossa candidata a vice-prefeita, quando chegou a sua vez, disse que no PT "se brigava muito" para chegar a uma decisão; no nosso partido também não era nada fácil...
Feitos todos os discursos, o pessoal partiu para os cumprimentos e animadas conversas... Como eu havia percebido que havia uma mesa sendo montada no corredor de entrada, com salgadinhos, fui saindo, já que tinha um pouco de pressa e - ademais - não sabia qual seria a concorrência, depois, e o que iria sobrar... Fomos, eu e uma senhora, os primeiros a chegar: a senhora, muito humilde, estendeu um pano e foi enchendo (bem...) de salgadinhos (acho que iria levar para os netos)... Enquanto isso, eu "fazia a minha boquinha"...
Logo depois, antes dos demais, saiu o Professor Picler, suplente de deputado federal e presidente municipal do PDT. Tentei algum diálogo, porque havia votado nele em 2006 (temos um amigo comum), na eleição para deputado federal, mas pareceu-me um pouco absorto, com o pensamento longe, e o diálogo não fluiu...
A Campanha estava "no ponto" para começar...
[Clique para ampliar as fotos]
Confira a lista dos(as) pré-candidatos(as) do PT à Câmara Municipal de Curitiba:
Ademir Volpato
André Castelo Branco
Antoninho Carlos Claudino dos Santos
Carlos Lima
Dorival de Almeida (Viana da Pizzaria)
Edna Camilo Dantas
Elizabeth de Oliveira Osnishi
Eustáquio Moreira dos Santos
Joice Luis Graminho
Jonny Magalhães Stica
José Geraldo Vasconcelos
Josete Dubiaski da Silva
Juliana Inez Luiz de Souza
Lori Massolin Filho
Luis Cláudio Pereira
Luiz Carlos Paixão
Lusia de Jesus
Marcos Antonio Vieira
Paulo Henrique Paes da Silva
Pedro Paulo Costa
Roni Anderson Barbosa
Roseli Isidoro
Salete Bagolin Bez
Sesótris Filipe Armstrong Oliveira
Vitório Sorotiuk
Gustavo Fruet, Mirian Gonçalves, Tadeu Veneri, Dr. Rosinha e Prof. Picler.
[Clique para Ampliar]
30/06/2012 - Local: Hotel Flat Petras, na rua Júlia da Costa, no Alto São Francisco. Convenção do PT para homologar as candidaturas de Gustavo Fruet e Mirian Gonçalves, além de apresentar a chapa de candidatos a Vereador pelo PT.
Em seu discurso, conforme rememora o "site" do PT, Gustavo Fruet convocou a militância do partido para a campanha, destacando o compromisso com o futuro da cidade de Curitiba. “É o que nos une”, enfatizou. Ele lembrou a recente disputa interna para a indicação da vice do PT, entre duas mulheres, e atribuiu o fato a uma demonstração de maturidade política do partido. Foi também muito aplaudido quando demonstrou toda sua afinidade com os compromissos e com as políticas de inclusão, erradicação da pobreza extrema e de distribuição de renda do governo federal: “Precisamos ter ousadia para erradicar a pobreza na cidade de Curitiba”, afirmou o candidato.
A reunião esteve pautada pelo bom humor. Gustavo, quando chegou, comentou que o PT programara sua chegada para a "hora do almoço" e, brincando, disse que isso não seria problema: afinal, "almoço é coisa de burguês"... O candidato a vereador Paulo Salamuni, representando o PV, descreveu passagens engraçadas de sua vida pública, entre as quais uma em que Jorge Samek (do PT, atual presidente da Itaipu Binacional), em campanha conjunta, teria sugerido, num circo, que Salamuni entrasse num "Globo da Morte" (aquele em cujo interior as motos giram, desafiando a gravidade...), como "prova de confiança e coragem"... Salamuni entrou... O Professor Picler, do PDT, comentou que o PT precisava lhe ensinar qual a "magia do partido" porque, no PDT, estava muito difícil acertar com os pré-candidatos a vereador que tinham ficado de fora do chapão... Mirian Gonçalves, nossa candidata a vice-prefeita, quando chegou a sua vez, disse que no PT "se brigava muito" para chegar a uma decisão; no nosso partido também não era nada fácil...
Feitos todos os discursos, o pessoal partiu para os cumprimentos e animadas conversas... Como eu havia percebido que havia uma mesa sendo montada no corredor de entrada, com salgadinhos, fui saindo, já que tinha um pouco de pressa e - ademais - não sabia qual seria a concorrência, depois, e o que iria sobrar... Fomos, eu e uma senhora, os primeiros a chegar: a senhora, muito humilde, estendeu um pano e foi enchendo (bem...) de salgadinhos (acho que iria levar para os netos)... Enquanto isso, eu "fazia a minha boquinha"...
Logo depois, antes dos demais, saiu o Professor Picler, suplente de deputado federal e presidente municipal do PDT. Tentei algum diálogo, porque havia votado nele em 2006 (temos um amigo comum), na eleição para deputado federal, mas pareceu-me um pouco absorto, com o pensamento longe, e o diálogo não fluiu...
A Campanha estava "no ponto" para começar...
[Clique para ampliar as fotos]
Confira a lista dos(as) pré-candidatos(as) do PT à Câmara Municipal de Curitiba:
Ademir Volpato
André Castelo Branco
Antoninho Carlos Claudino dos Santos
Carlos Lima
Dorival de Almeida (Viana da Pizzaria)
Edna Camilo Dantas
Elizabeth de Oliveira Osnishi
Eustáquio Moreira dos Santos
Joice Luis Graminho
Jonny Magalhães Stica
José Geraldo Vasconcelos
Josete Dubiaski da Silva
Juliana Inez Luiz de Souza
Lori Massolin Filho
Luis Cláudio Pereira
Luiz Carlos Paixão
Lusia de Jesus
Marcos Antonio Vieira
Paulo Henrique Paes da Silva
Pedro Paulo Costa
Roni Anderson Barbosa
Roseli Isidoro
Salete Bagolin Bez
Sesótris Filipe Armstrong Oliveira
Vitório Sorotiuk
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
7 - Minha Primeira Campanha Política: 2012 - GUSTAVO FRUET - Parte 7
21/06/2012 - Estávamos "quase" iniciando a Campanha...
Numa média de 4 ou 5 dias por semana, vou ao Parque Barigui para caminhar e correr (devagar, "que o santo é de barro"...) e havia apenas encontrado (ou "cruzado") algumas vezes com um amigo já de muitos anos, com quem tenho sensíveis diferenças "políticas"... e de (digamos assim...) "approach"..., o Dr. Carlos Eduardo Lobo da Rosa, o Maninho...
Bom, liguei para ele, nos encontramos e caminhamos juntos no Parque... Com surpresa (porque sabia de suas ligações com o PSDB), soube que ele estava apoiando o Gustavo, e que iria ceder um imóvel seu, no Alto da Rua XV, para servir de Comitê para a campanha do Fruet (é um imóvel que, em mais de uma campanha do Beto Richa, servira de comitê para o então candidato a prefeito; depois, fora usado também na campanha para governador). Disse-me que não aceitara o comportamento do Beto, que na prática obrigara o Gustavo a trocar de partido. Disse que sempre enxergara o futuro político do Paraná com a liderança dos dois e que, por ser amigo de ambos, se via como "algodão entre cristais". Disse-lhe que havia um problema...: o Beto "não é um cristal"... Falou também de algumas (grandes) dificuldades de apoio e de arrecadação, pela aliança com o PT... Informei-lhe que havia me filiado ao PT... A conversa foi boa... Fiquei sabendo que tínhamos mais um apoio... O PSDB não estaria unido, o que era muito bom... Dali - portanto - para a frente, estaríamos juntos... Durante a campanha, nos encontraríamos ( e caminharíamos juntos) muitas e muitas vezes, quase sempre no Parque Barigui...
Convenção conjunta PDT-PV 23/06/2012
Como "recordar é viver", lembrar-me dos "primórdios da campanha", faz-me relembrar também que poucas vezes - como nessa minha "primeira campanha" - ouvi tantas "cobras e lagartos" e tantas "coisas do arco da velha"... Tirando "do fundo do baú", naquela "Revista Matinal" (cujo nome remete ao velho programa da Rádio Clube, a PRB2; ou B2, para o povão...), de algumas "matinadas fagueiras, regadas a campanha" em pleno Parque Barigui... e na "Ciranda dos Bairros", do Tatuquara, Sítio Cercado e CIC... ao Água Verde, Seminário e Batel..., com direito a "extensões" no Bacacheri, Santa Felicidade e Campo Comprido... E muitos bairros e "vilas" mais... Com olhos e ouvidos de quem aprendia, vi e ouvi muito... Um pouco além do que eu esperava, mesmo sendo um cidadão senior...
23/06/2012 - Era um sábado de manhã, data marcada para ocorrer a convenção homologatória da candidatura de Gustavo Fruet pelo PDT, em aliança com o PV, já com a presença das lideranças do PT (ministros Gleisi e Paulo Bernardo, deputados Dr. Rosinha e Tadeu Veneri, vereadores Stica, Professora Josete e Pedro Paulo, Roseli Isidoro, candidata a vice Mirian Gonçalves e outros). Posteriormente, o PT sacramentaria a aliança em Convenção a ser realizada no próximo sábado, dia 30.
A Convenção foi realizada no Ginásio da Sociedade Thalia, na rua Comendador Araújo.
Nesta convenção, encontrei o engenheiro civil (e colega da turma de 71 da UFPR) José Alberto Pereira Ribeiro, presidente da ANEOR (Associação Nacional de Empresas de Obras Rodoviárias) e da APEOP-PR (Associação Paranaense dos Empresários de Obras Públicas), antigamente chamada de "Associação dos Empreiteiros". Como costumava dizer o memorável engenheiro e empreendedor Cecílio do Rego Almeida (1930-2008): "quando querem nos elogiar, nos chamam de construtores... quando querem falar mal, somos chamados de empreiteiros..."
Presente também Gerson Guelmann, grande mentor da campanha que viria pela frente...
Gustavo Fruet e Paulo Salamuni na Convenção PDT-PV
Numa média de 4 ou 5 dias por semana, vou ao Parque Barigui para caminhar e correr (devagar, "que o santo é de barro"...) e havia apenas encontrado (ou "cruzado") algumas vezes com um amigo já de muitos anos, com quem tenho sensíveis diferenças "políticas"... e de (digamos assim...) "approach"..., o Dr. Carlos Eduardo Lobo da Rosa, o Maninho...
Bom, liguei para ele, nos encontramos e caminhamos juntos no Parque... Com surpresa (porque sabia de suas ligações com o PSDB), soube que ele estava apoiando o Gustavo, e que iria ceder um imóvel seu, no Alto da Rua XV, para servir de Comitê para a campanha do Fruet (é um imóvel que, em mais de uma campanha do Beto Richa, servira de comitê para o então candidato a prefeito; depois, fora usado também na campanha para governador). Disse-me que não aceitara o comportamento do Beto, que na prática obrigara o Gustavo a trocar de partido. Disse que sempre enxergara o futuro político do Paraná com a liderança dos dois e que, por ser amigo de ambos, se via como "algodão entre cristais". Disse-lhe que havia um problema...: o Beto "não é um cristal"... Falou também de algumas (grandes) dificuldades de apoio e de arrecadação, pela aliança com o PT... Informei-lhe que havia me filiado ao PT... A conversa foi boa... Fiquei sabendo que tínhamos mais um apoio... O PSDB não estaria unido, o que era muito bom... Dali - portanto - para a frente, estaríamos juntos... Durante a campanha, nos encontraríamos ( e caminharíamos juntos) muitas e muitas vezes, quase sempre no Parque Barigui...
Convenção conjunta PDT-PV 23/06/2012
Como "recordar é viver", lembrar-me dos "primórdios da campanha", faz-me relembrar também que poucas vezes - como nessa minha "primeira campanha" - ouvi tantas "cobras e lagartos" e tantas "coisas do arco da velha"... Tirando "do fundo do baú", naquela "Revista Matinal" (cujo nome remete ao velho programa da Rádio Clube, a PRB2; ou B2, para o povão...), de algumas "matinadas fagueiras, regadas a campanha" em pleno Parque Barigui... e na "Ciranda dos Bairros", do Tatuquara, Sítio Cercado e CIC... ao Água Verde, Seminário e Batel..., com direito a "extensões" no Bacacheri, Santa Felicidade e Campo Comprido... E muitos bairros e "vilas" mais... Com olhos e ouvidos de quem aprendia, vi e ouvi muito... Um pouco além do que eu esperava, mesmo sendo um cidadão senior...
23/06/2012 - Era um sábado de manhã, data marcada para ocorrer a convenção homologatória da candidatura de Gustavo Fruet pelo PDT, em aliança com o PV, já com a presença das lideranças do PT (ministros Gleisi e Paulo Bernardo, deputados Dr. Rosinha e Tadeu Veneri, vereadores Stica, Professora Josete e Pedro Paulo, Roseli Isidoro, candidata a vice Mirian Gonçalves e outros). Posteriormente, o PT sacramentaria a aliança em Convenção a ser realizada no próximo sábado, dia 30.
A Convenção foi realizada no Ginásio da Sociedade Thalia, na rua Comendador Araújo.
Nesta convenção, encontrei o engenheiro civil (e colega da turma de 71 da UFPR) José Alberto Pereira Ribeiro, presidente da ANEOR (Associação Nacional de Empresas de Obras Rodoviárias) e da APEOP-PR (Associação Paranaense dos Empresários de Obras Públicas), antigamente chamada de "Associação dos Empreiteiros". Como costumava dizer o memorável engenheiro e empreendedor Cecílio do Rego Almeida (1930-2008): "quando querem nos elogiar, nos chamam de construtores... quando querem falar mal, somos chamados de empreiteiros..."
Presente também Gerson Guelmann, grande mentor da campanha que viria pela frente...
Gustavo Fruet e Paulo Salamuni na Convenção PDT-PV
Transporte Coletivo em Curitiba: parte 3/5: ou "Uma Mão Lava a Outra"...
Nestes tempos antigos, nossos antepassados andavam a cavalo, de carroça, de "bonde" e a pé... Depois, vieram os trens, as bicicletas motorizadas, motocicletas, bondes elétricos, automóveis... e ônibus...
Há uns três anos, perguntei ao meu filho Rodolfo Parolin Hardy, então estudante de Arquitetura (hoje Arquiteto, com 23 anos), como ele imaginava a "mobilidade urbana" na "cidade do futuro"... Disse-me que imaginava ruas com cavalos e cavaleiros... Bem "ecológico"... e "apocalíptico", ora pois... [CLIQUE acima PARA AMPLIAR]
Bom, falando (não tão) sério...
"UMA MÃO LAVA A OUTRA"
Hoje, ainda de manhã, próximo da hora do almoço, eu estava de carro e fiquei observando os ônibus que passavam. Foram 4: Interbairros 1, Mercês-Jardim Guanabara, Água Verde-Abranches e Juvevê-Água Verde. Todos HIBRIBUS. E todos "meio vazios"...
Daí, fiquei pensando... As 3 últimas linhas (Mercês-Guanabara, Abranches e Juvevê) eram antes servidas por ônibus bem menores... Que não utilizavam cobradores, só motoristas... E o serviço era bom... Então, qual a lógica (absurda) disso, de usar ônibus maiores, e muito mais caros? Tornar o veículo ainda mais sub-utilizado? Para então encarecer ainda mais? [Não sou, absolutamente, contra os Hibribus... Gostei! São modernos, ecologicamente corretos, bonitos, "coisa de primeiro mundo", enfim... a Volvo Bus Latin America (com sede em Curitiba) e a Marcopolo e/ou outras empresas agregadas ao projeto, podem alcançar um grande mercado em toda a América Latina; como a Volvo já faz, com muita competência, aliás... Etc... Etc...] Mas quem "paga a conta"? E quem fica com os benefícios? E não poderia ser mais bem utilizado? E negociado? Não mereceria alguma contrapartida, nem que fosse pelo marketing? Houve isso?
E o "povo", onde ficou nisso? O povo... Ora, o povo...
Ex-prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, com o presidente
da Volvo Bus Latin America, Luis Carlos Pimenta, na Rio+20 [CLIQUE PARA AMPLIAR]
Nosso povo, como sempre, órfão...
Daí, fiquei pensando um pouco mais... Se na maior parte dos horários os ônibus viajam "meio vazios", porque não utilizar nesses horários veículos menores? Se eu fosse um empreendedor individual, faria isso... Na hora de buscar 6 crianças, 1 van, no máximo... Na hora de saída do trabalho da fábrica, um ônibus...
É possível, perfeitamente possível, projetar o fluxo de pessoas e, com isso, baratear o transporte...
Vamos ajudar as companhias concessionárias? Diminui o custo, com isso aumenta o número de passageiros e aumenta o faturamento... "Sopa no mel", senhores? Ou... "Pra que pensar, tá bom assim"?
Ainda os ônibus: temos alguns "grandes usuários", empresas e pessoas que utilizam muito o transporte coletivo... Por que não estimulá-los, vendendo "passes" diários ou mensais (individuais), com direito a uso ilimitado? Merece um estudo?
E os bairros... e a "periferia", tão mal servidos? Um eventual Metrô (ou "Subway") só vai substituir o "Expresso"... Mas é "coisa para 50 anos, precisa ser feito"... ("coisa" de bilhões e bilhões... precisa ser muito bem estudado...) Assim dizem os "paulistanos de Curitiba", que é "obrigatório"... Talvez...
Enquanto isso, como sempre, a turma do "outro sub", os "vilero"... Bom, "esses"... Eles "se viram"... Foi sempre assim...
Difícil de entender... Na Suécia não tem disso não...
E que tal usarmos minicarros (elétricos ou não) para fazer "concorrência" com os altos preços dos táxis em Curitiba? Teria a vantagem de manter a "máfia" "intocável" (Interesse público? Problemas jurídicos? Como contornar?)... E também - principalmente - as vantagens de ocupar menos espaço, fazer economia, fazer ecologia e servir melhor...
E mais, vias só para motocicletas... E vias só para bicicletas... Onde ainda for possível... Não dá MESMO para concorrer com os automóveis... "Eles" são mais fortes... Muuito mais fortes... Se não houver incentivos (vantagens criadas), o povo NUNCA vai usar as bikes...
Em 1928 começaram a circular, em Curitiba, os primeiros ônibus da Companhia Força e Luz Paraná, a nova responsável pelo transporte coletivo. Dois anos mais tarde começaram a aparecer as linhas particulares de ônibus, apesar dos bondes ainda serem a preferência da população. Em 1938, 10,9 milhões de pessoas utilizavam bondes e somente 2,6 milhões andavam de ônibus anualmente.
Há uns três anos, perguntei ao meu filho Rodolfo Parolin Hardy, então estudante de Arquitetura (hoje Arquiteto, com 23 anos), como ele imaginava a "mobilidade urbana" na "cidade do futuro"... Disse-me que imaginava ruas com cavalos e cavaleiros... Bem "ecológico"... e "apocalíptico", ora pois... [CLIQUE acima PARA AMPLIAR]
Bom, falando (não tão) sério...
"UMA MÃO LAVA A OUTRA"
Hoje, ainda de manhã, próximo da hora do almoço, eu estava de carro e fiquei observando os ônibus que passavam. Foram 4: Interbairros 1, Mercês-Jardim Guanabara, Água Verde-Abranches e Juvevê-Água Verde. Todos HIBRIBUS. E todos "meio vazios"...
Daí, fiquei pensando... As 3 últimas linhas (Mercês-Guanabara, Abranches e Juvevê) eram antes servidas por ônibus bem menores... Que não utilizavam cobradores, só motoristas... E o serviço era bom... Então, qual a lógica (absurda) disso, de usar ônibus maiores, e muito mais caros? Tornar o veículo ainda mais sub-utilizado? Para então encarecer ainda mais? [Não sou, absolutamente, contra os Hibribus... Gostei! São modernos, ecologicamente corretos, bonitos, "coisa de primeiro mundo", enfim... a Volvo Bus Latin America (com sede em Curitiba) e a Marcopolo e/ou outras empresas agregadas ao projeto, podem alcançar um grande mercado em toda a América Latina; como a Volvo já faz, com muita competência, aliás... Etc... Etc...] Mas quem "paga a conta"? E quem fica com os benefícios? E não poderia ser mais bem utilizado? E negociado? Não mereceria alguma contrapartida, nem que fosse pelo marketing? Houve isso?
E o "povo", onde ficou nisso? O povo... Ora, o povo...
Ex-prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, com o presidente
da Volvo Bus Latin America, Luis Carlos Pimenta, na Rio+20 [CLIQUE PARA AMPLIAR]
Nosso povo, como sempre, órfão...
Daí, fiquei pensando um pouco mais... Se na maior parte dos horários os ônibus viajam "meio vazios", porque não utilizar nesses horários veículos menores? Se eu fosse um empreendedor individual, faria isso... Na hora de buscar 6 crianças, 1 van, no máximo... Na hora de saída do trabalho da fábrica, um ônibus...
É possível, perfeitamente possível, projetar o fluxo de pessoas e, com isso, baratear o transporte...
Vamos ajudar as companhias concessionárias? Diminui o custo, com isso aumenta o número de passageiros e aumenta o faturamento... "Sopa no mel", senhores? Ou... "Pra que pensar, tá bom assim"?
Ainda os ônibus: temos alguns "grandes usuários", empresas e pessoas que utilizam muito o transporte coletivo... Por que não estimulá-los, vendendo "passes" diários ou mensais (individuais), com direito a uso ilimitado? Merece um estudo?
E os bairros... e a "periferia", tão mal servidos? Um eventual Metrô (ou "Subway") só vai substituir o "Expresso"... Mas é "coisa para 50 anos, precisa ser feito"... ("coisa" de bilhões e bilhões... precisa ser muito bem estudado...) Assim dizem os "paulistanos de Curitiba", que é "obrigatório"... Talvez...
Enquanto isso, como sempre, a turma do "outro sub", os "vilero"... Bom, "esses"... Eles "se viram"... Foi sempre assim...
Difícil de entender... Na Suécia não tem disso não...
E que tal usarmos minicarros (elétricos ou não) para fazer "concorrência" com os altos preços dos táxis em Curitiba? Teria a vantagem de manter a "máfia" "intocável" (Interesse público? Problemas jurídicos? Como contornar?)... E também - principalmente - as vantagens de ocupar menos espaço, fazer economia, fazer ecologia e servir melhor...
E mais, vias só para motocicletas... E vias só para bicicletas... Onde ainda for possível... Não dá MESMO para concorrer com os automóveis... "Eles" são mais fortes... Muuito mais fortes... Se não houver incentivos (vantagens criadas), o povo NUNCA vai usar as bikes...
Em 1928 começaram a circular, em Curitiba, os primeiros ônibus da Companhia Força e Luz Paraná, a nova responsável pelo transporte coletivo. Dois anos mais tarde começaram a aparecer as linhas particulares de ônibus, apesar dos bondes ainda serem a preferência da população. Em 1938, 10,9 milhões de pessoas utilizavam bondes e somente 2,6 milhões andavam de ônibus anualmente.
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