Política Pirata. Pirate Politics.

Política Pirata. Pirate Politics. Por que este blog tem esse nome estranho, 'Política Pirata'... or 'Pirate Politics'? Para estarmos atentos da enormidade do que há de pirataria na política. Afinal, é a Política que faz a mediação entre dois campos de atuação do diabo: o Dinheiro (Economia) e a Guerra...

Desterrada a justiça, que é todo o reino senão pirataria? (Santo Agostinho)

O amor antes do poder Love before power
Então o Amor com o poder Then Love with power
Para destruir o Poder sem amor.
To destroy (the) Power without love.

"The Ocean is my church and my playground."

A política e o mundo só vão mudar quando nós mudarmos por dentro, e agirmos de acordo. E isso pode ir começando hoje; pense bem... Vamos nos perguntar se o que o nosso coração sente, o que a nossa cabeça pensa, o que nossa boca fala, e o que nossas mãos fazem... é AMOR... Nossos pensamentos, palavras e ações passam pelas peneiras da VERDADE, da BONDADE e da NECESSIDADE?

"The boisterous sea of liberty is never without a wave." (Thomas Jefferson, Oct.20th, 1820)

"Ninguém pode servir a dois senhores: não podeis servir a Deus e ao dinheiro"... (Lucas 16.13; Mateus 6.24)

"Mudar o mundo, amigo Sancho, não é loucura, nem utopia... É justiça!" (Dom Quixote de la Mancha, Miguel de Cervantes)

"Uma nação que valoriza seus privilégios acima de seus princípios, está a caminho de perder ambos." (Dwight Eisenhower)

"Para encontrar a solução de um problema, é preciso - primeiro - mudar a consciência que produziu o problema." (Albert Einstein)

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

2 - Minha Primeira Campanha Política: 2012 - GUSTAVO FRUET - Parte 2



3 - A RENÚNCIA DE JÂNIO E A " CADEIA DA LEGALIDADE"

Ainda no Rio de Janeiro, participei de algumas campanhas políticas com meu pai. A essa altura, tinha sido informado, por ele, da sua filiação a um partido político ilegal, o Partido Comunista Brasileiro, também chamado de "o Partidão"...; então... ele (e seus "companheiros") tinham que agir na "clandestinidade", se não... podiam ser presos... Que democracia era aquela que não permitia que algumas pessoas se manifestassem livremente? Me disse que "nós" tínhamos candidatos, que eram "nossos", mas isso não podia ser dito "oficialmente"... Me lembro de distribuir "cédulas" dos nossos candidatos e de participar de "carreatas"... Na época, eram essas cédulas que os eleitores colocavam dentro de um envelope para votar... Dentro do envelope individual, pelo que lembro, ia a cédula do candidato a vereador, a cédula do candidato a deputado etc, quantas fossem necessárias...
Aquilo era animado... Eu gostava daquilo... Mas, afinal de contas, o que o meu pai e seus companheiros queriam? Meu pai me disse que o objetivo era "salvar" os pobres da exploração capitalista. E me mostrava as condições em que viviam os pobres. E se emocionava quando compartilhava os dramas e as situações, no meio do povo. E dizia que nós iríamos vencer. Ele me levava a conviver com os pobres, a jogar futebol com os mais pobres, a estudar em escolas sempre públicas, e me ensinava que um dia todos nós seríamos iguais. Que faríamos o governo dos trabalhadores e que todos nós, trabalhadores, éramos igualmente dignos: braçais, intelectuais, artistas, administradores, profissionais liberais, estudantes, todos. Explicava que uns precisavam dos outros e todos deviam ter um salário digno. E lembrava as palavras que (muito tempo depois) soube que eram bíblicas, e de autoria do Apóstolo Paulo: "Quem não quiser trabalhar, não deve comer"... Afinal, ele era um comunista de pais católicos e egresso do Colégio Arnaldo, de Belo Horizonte, instituição católica filiada à Congregação do Verbo Divino, fundada na Holanda com o propósito de anunciar "a palavra de Deus a todos os povos"...
Eu era muito pequeno, só ouvia... E ficava pensando, "cá com os meus botões"...
Me ensinou também que eu era neto de uma descendente dos índios brasileiros (minha avó Marcilia Silvino Hardy) e de belgas e irlandeses (de meu avô Raphael)... Por parte de mãe, neto de portugueses (da avó Alcina da Conceição Mendes de Carvalho e do avô Francisco Ribeiro Guimarães), e tataraneto de negros... Mas eu era bem lourinho, de olhos azuis e, no Rio de Janeiro, eu era o "russinho"... E jogava futebol com os "neguinho", entre os quais o melhor era o "Pelezinho"... E como eu não ficava muito atrás, alguns adultos, quando me viam "pegar na bola", me chamavam de "Pelezinho Branco"... Bons tempos, né?...
Nessa época, era só viver a vida, sem preocupações, de manhã na escola, depois futebol na rua, dia-após-dia... "naquelas tardes fagueiras"... Em casa, lia Millôr Fernandes, e escrevia meu próprio "jornalzinho"... Tudo 10! Sem stress...
No final de 1959, mudamos para Curitiba; meu pai fora transferido pela Aeronáutica... O ano de 1960 marcou, para mim, meu primeiro ano no Colégio Estadual do Paraná. Foi também o ano das eleições presidenciais. Os vencedores: Jânio Quadros (presidente, apoiado pela UDN) e João Goulart (vice, da coligação PSD-PTB).
Além disso, do Rio de Janeiro para Curitiba, de "russinho", passei a "polaquinho"... (então, tinha menos de 1m30cm...)
Em agosto de 1961, veio a renúncia de Jânio, e a ameaça (quase concretizada) de golpe militar, impedido pela ação do governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola. Brizola era cunhado de Jango, e formou a "Cadeia da Legalidade", de rádios aliançadas, com o sinal originado na Rádio Guaíba de Porto Alegre. O rádio permanecia ligado lá em casa. Meu pai acompanhava as ordens, que emanavam de Porto Alegre, para saber o que fazer. A campanha acabou sendo vitoriosa, fez-se um acordo com os ministros militares, e João Goulart, o Jango, tomou posse.

4- O GOLPE DE 1964

Três anos depois, com nossa família já em Curitiba, veio o golpe de estado de 1964. Morávamos na Av. Iguaçu, próximo à República Argentina. Logo após o golpe, alguns militares foram à nossa casa prender meu pai, major da reserva (aposentado na carreira militar). Ele vestiu a farda de oficial da Aeronáutica, e foi. Lá ficou, presumivelmente na Base Aérea do Bacacheri. Quando saiu de nossa casa, foi a última vez que o vi vestir aquela farda azul (que outrora, em tempos ainda mais pregressos, fora cáqui...).
Como sou o filho mais velho, minha mãe me "escolhia", quando se tratava de fazer algumas coisas inevitáveis, mas não muito agradáveis... Dessa vez, fui encarregado de, junto com ela, queimar e incinerar livros; na avaliação dela, "proibidos" ou, na nomenclatura da época, "subversivos"... Um pouco dos livros, queimamos no quintal, outro tanto foi incinerado num fogão a lenha que ficava na cozinha... Para quem tinha, por toda a vida, sido educado a valorizar a educação, a cultura, o saber e os livros, foram momentos dolorosamente "inesquecíveis"... uma tristeza... um choque para não esquecer nunca mais...
Ficamos, com apreensão, esperando a volta de nosso pai. Foram alguns dias... A vida seguia, escola e estudos... Um dia o pai voltou, mas não o vi chegar...
Muito tempo depois, vim a saber das coisas que se passaram naqueles dias, nos quatro cantos do país... Mas, na época, por ser muito jovem, não tinha condições de avaliar toda a extensão e a gravidade dos fatos... Menos mal... Era isso quase que... "uma proteção"...

[Na foto acima, o ex-deputado constituinte Gregório Bezerra, do PCB, eleito em 1946 como o mais votado do estado de Pernambuco, quando levado preso em Recife, em 1.º de abril de 1964]

domingo, 11 de novembro de 2012

1 - Minha Primeira Campanha Política: 2012 - GUSTAVO FRUET - Parte 1

A ORIGEM DOS MEUS SONHOS
É uma introdução - necessária - para entender como "chegamos" à campanha de 2012...

1 - A MORTE DO PRESIDENTE VARGAS

Em agosto de 1954, no meio de grave crise, desencadeada após atentado contra o político oposicionista Carlos (Frederico Werneck de) Lacerda (1914-1977), e quando se exigia a deposição do presidente Getúlio (Dorneles) Vargas (1882-1954), com apoio de grande parte da imprensa e, ao final, já com apoio dos ministros militares, o presidente Vargas decidiu tirar a própria vida, suicidando-se. Deixou registrado, às pessoas mais próximas, que já estava suficientemente velho, e que seus opositores não iriam se contentar em derrubá-lo do poder, mas tinham também o objetivo de humilhá-lo de todas as formas, inclusive pessoais, e isso... não suportaria, seria demais... atingiria também parentes e amigos...
Nossa família morava no Rio de Janeiro, então capital da República. Meu pai, Francisco Hardy, era tenente da Aeronáutica, e trabalhava na Ilha do Governador, na Base Aérea do Galeão. Chegou em casa à noite (morávamos em Jacarepaguá, então Zona Rural; nossa moradia era longe do trabalho dele...), relatando fatos, entre os quais o episódio que se seguiu à morte do presidente, com o povo disposto a linchar Carlos Lacerda, que foi se esconder na "República do Galeão", mais precisamente na caixa d'água do aeroporto...
Tinha eu, então, apenas cinco anos de idade, e é o primeiro fato político que me recordo, porque estava muito próximo, tanto por razões familiares (meu pai), como por razões geográficas (morávamos na cidade do Rio de Janeiro, então Distrito Federal)... Aí... Eu comecei a ser inoculado com o vírus da política...
Eu ainda não sabia, mas antes disso, no início da década de 50, meu pai já arriscava a sua carreira na Aeronáutica, lutando junto com sargentos e sindicalistas (meia-dúzia de gatos pingados...), em Curitiba, pela criação da PETROBRAS. Hoje, uma empresa brasileira é uma das maiores petrolíferas do mundo... Com inúmeros defeitos, dirão... Com o que concordo... Mas... Se não fosse a empresa brasileira, a "parte do leão" estaria (ainda) indo para a British Petroleum, Exxon Mobil, Shell, Chevron, Petro China e outras... E os beneficiários das "mamatas" e "negociatas" estariam mais e mais concentrados em Londres, Paris, New York, San Francisco, Xangai e Pequim... Além de outros "spots" "menores", como Riad, Dubai e Caracas...
Acesse o Link: As 10 Maiores Petrolíferas do Mundo em 2012

2 - A LUTA PELA POSSE DE JK

Um ano depois, o presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976, mineiro, do PSD/PTB) já tinha sido eleito (ganhou em 15 estados, entre os quais Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Bahia), concorrendo contra Juarez Távora (cearense, da UDN), que ganhou em 5 estados, entre os quais Ceará e Pernambuco, Adhemar de Barros (paulista, do PSP), que ganhou em 4 estados (incluindo São Paulo e Paraná) e no Distrito Federal (que, lembremos, era onde fica hoje o município do Rio de Janeiro...), e Plínio Salgado (PRP), que teve grande votação no Paraná.
Mas Juscelino ainda não tomara posse... Após a morte de Getúlio, assumira o vice Café Filho (do PSP), e tramava-se um golpe institucional, sustentado pelo PSP e pela UDN, para, com apoio das forças armadas, anular o resultado eleitoral, alegando que Juscelino não atingira a maioria absoluta. Pretendia-se, depois do jogo jogado, alterar as regras...
Café Filho adoeceu, e Carlos Luz, mineiro, e do PSD, mas inimigo de Juscelino, assumiu. Um mineiro, e do PSD, evitaria uma reação de Minas... Chegara a hora do golpe... Carlos Luz chamou o ministro da Guerra, General Henrique Duffles Teixeira Lott, também mineiro, mas legalista, e solicitou que entregasse sua carta de demissão. Lott prometeu que entregaria na manhã seguinte... A "missiva" que Lott entregou foi outra: o "toque de alvorada" de 11 de novembro de 1955 colocou as tropas e blindados da Vila Militar do Rio de Janeiro nas ruas. O Exército comandado por Lott ocupou o Rio de Janeiro, derrubou Carlos Luz e, doravante, garantiu a posse de JK e seu vice, João Goulart, o Jango.
Eu tinha apenas 6 anos, e o que recordo, desse dia, quando já anoitecia, é que meu pai chegou em casa relatando que tinha saído do Galeão, com alguns outros (poucos) companheiros, e que - ele e os companheiros da Força Aérea - tinham se integrado às tropas do Exército. Meu pai tinha entrado num tanque de guerra do Exército e tinham ido cercar para, se necessário, prender as tropas da Aeronáutica... E que tinham sido vitoriosos...
O menino de 6 anos que eu era, encheu-se de orgulho... Meu pai nunca mais teve sossego dentro da Aeronáutica (nem poderia...) e eu nunca mais deixei de me interessar pelas questões políticas e da nacionalidade... Nessa época, aprendi a ler, e tudo que eu queria era ler as notícias políticas, no Diário de Notícias, jornal da família Dantas, que era o jornal diário que meu pai comprava na época... Havia também, na capital federal, o Jornal do Brasil (um jornal de alto nível; na origem, nascido para defender a monarquia), O Globo (dos Marinho, e preferido pela classe média), a Última Hora (getulista, de Samuel Wainer), a Tribuna da Imprensa (lacerdista), o Correio da Manhã e outros, mas meu pai preferia o Diário de Notícias; ele me dizia que era o preferido pelos militares, pois era um bom jornal e trazia as notícias de interesse do pessoal das Forças Armadas...

[Na foto acima, já na campanha de 1960, aparecem - entrando em Cataguases, MG - o General Lott, candidato a Presidente (de óculos escuros), e Tancredo Neves, candidato a Governador de Minas Gerais; entre os dois, líder político local. Dizem que em seu discurso, no local, o General Lott (famoso por sua inabilidade política, referiu-se a Tancredo, ex-Secretário de Finanças de Minas Gerais, como "o homem que tinha conseguido fazer os mineiros pagar imposto". Tancredo perdeu a eleição para Magalhães Pinto...][CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR]


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Reforma Política e Moral

Política, das atividades humanas, é - provavelmente - a mais complexa. Afinal, é através da ação política que se estabelecem os governos dos povos. É pela política que se evitam (e se produzem) as guerras. Então, assim como nas demais profissões de carreira (no Exército, na Igreja etc.) deveria, para alguns cargos, ser estabelecido um "piso" de idade... Para Senador (a palavra tem
 a mesma origem de senil, "cabelos brancos", idoso, senior, senhor), que presumivelmente deve ser alguém escolhido entre os mais experientes e respeitáveis, talvez um bom número fosse 50 ou 60 anos... As consequências da política têm uma enorme gravidade, para que se permita que a política seja "comandada" por meninos e meninas... Isso, em si, já é uma enorme falsidade, uma enorme fonte de manipulações e enganações... Não pode, por exemplo, dar certo colocar alguém que ainda tem a mente de um DJ para ser prefeito de uma grande cidade... como não dá certo colocar como deputado estadual alguém que, na verdade, gostaria de estar correndo na "stockcar"... ou um "playboy" como governador... Não está em tempo de uma profunda reforma política, definindo melhor os critérios de escolha de nossos governantes, parlamentares e juízes? Escolaridade ou experiência política mínima(?)... Voto distrital... Voto distrital misto(?)... Redução na quantidade de partidos políticos... Precisamos acertar essas questões... Não devemos continuar com um sistema que permite a eleição de "tiriricas"... Devemos pensar com seriedade em aprimorar a democracia! Que tal uma lei muito simples, que existe nos Estados Unidos: MENTIU, COMPROVADAMENTE MENTIU, VAI PARA A CADEIA?!... Facilita muito as coisas: 1 - o "peão" fica com medo de mentir (evita muita burocracia, serviços de cartório etc.); 2 - nos tribunais, evita muita falsidade, inclusive de testemunhas, o que agiliza muito a administração da justiça e melhora a qualidade das decisões judiciais... Faz também, "na marra", os políticos e demais profissionais serem mais "verdadeiros"... Não é bom pensarmos nisso??

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Bendito é o FRUET contra a "Aliança do Mal"



FRUET É O MELHOR CANDIDATO, VEJA PORQUE:

Nós vamos (o povo já sabe...) entregar as CHAVES DA CIDADE para alguém EXPERIENTE DIRIGIR a máquina municipal... Alguém que, até hoje, sempre atuou na DEFESA DA MORALIDADE E DA AUSTERIDADE NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Alguém que, sabemos, vai ser cuidadoso, respeitoso e hábil, ao dirigir... É tão bom o nosso candidato, que as máfias estaduais do PMDB local (Requião) e do PSDB (Beto Richa) não puderam conviver com ele. Agora, Requião e Beto estão unidos em seus projetos pessoais (cada um dos dois quer ser governador em 2014...), e já estão "armando o jogo" (ou "dando as cartas"...) para o grande "embate" que planejaram... Sem combinar com o "beque"... A "esperteza, quando é demais, come o dono"... Já tinham "armado" no primeiro turno, fizeram de tudo para levar DUCCI e Ratinho para o 2.º turno... Milagrosamente, perderam!... Ambos (!!) apóiam RATINHO JUNIOR, fiéis a seus projetos pessoais... (mesmo que, para isso, continuem "ferrando com o povo")...

Não vamos entregar as chaves da Cidade para alguém pretensioso, vazio e inexperiente "esmerilhar" a máquina da Prefeitura, às nossas custas!

Não existe NENHUMA GRANDE EMPRESA, NENHUM GRANDE EXÉRCITO, NÃO EXISTE ISSO NA IGREJA CATÓLICA... Simplesmente, EM QUALQUER EMPRESA, para assumir qualquer gerência, é preciso ter currículo...
Como se diz nas Forças Armadas, "antiguidade é posto"... (No Exército Brasileiro, para alguém chegar a Coronel, precisa ter sido soldado, ter feito a Academia, ter sido aspirante, tenente, capitão e major... 20 anos depois, pode chegar a coronel...). RATINHO JUNIOR quer ser "general" sem ter competência, só porque o papai indicou... Na Igreja Católica, para ser bispo, o padre tem que ter passado por várias paróquias, tem que "ralar" e conhecer, de coração, Jesus e o povo...

Jovem tem competência para INVENTAR, e MUITA! Quando tem, vende a invenção para alguém bancar, arruma sócios e financiadores e VAI À LUTA, COM RECURSOS PRIVADOS! ASSIM JÁ SE FIZERAM GRANDES EMPRESAS... AGORA, com o NOSSO DINHEIRO, VAI "SE CATAR", cara! ERRAR E APRENDER ÀS NOSSAS CUSTAS? CURITIBA NÃO É BRINQUEDO NÃO! Vai administrar primeiro as empresas de papai...

NÃO QUEREMOS SER IRRESPONSÁVEIS! MUDA CURITIBA, mas MUDA PARA MELHOR! PIOR QUE ESTÁ... PODE FICAR, SIM! VAMOS TODOS VOTAR POR AMOR A CURITIBA! Em 7 de outubro, JÁ PENSANDO NO 2.º TURNO, ESCOLHEMOS O "VOTO MAIS DO QUE ÚTIL": votamos NO MELHOR CANDIDATO e no melhor candidato para derrotar o "Pequeno Rato" no 2.º turno! Agora, de novo, vamos pensar muito bem antes de votar...
DE NOVO, SILENCIOSAMENTE, VAMOS ESCOLHER O MELHOR PARA CURITIBA! No "secreto da urna", já sabe, né? Não precisa nem dizer... Digita um numerozinho [1]... depois o outro a seguir [2]... PRONTO! Prontinho... Conferiu? CONFIRMA!!

"SE NÓS NÃO TEMOS EDUCAÇÃO, CULPEMOS O GOVERNO... MAS SE NÃO TEMOS GOVERNO, CULPEMOS A NÓS MESMOS..."

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

LUTA DE CLASSES E ELEIÇÃO CURITIBANA


Pensamento do Dia: 
LUTA DE CLASSES E ELEIÇÃO CURITIBANA
O filósofo Karl Marx (1818-1883) é considerado um dos grandes no panteão da Filosofia. Viveu numa época em que os trabalhadores eram massacrados. Alemão, perseguido, viveu a maior parte da sua vida na Inglaterra. O conceito de "luta de classes" foi criado por Marx, juntamente com Friedrich Engels.
A "luta de classes" existe, não é uma ficção. É uma realidade, da qual uns se aproveitam, e outros sofrem... "O diabo é muito forte... porque não existe"... ou "O que não vemos, nos governa mais do que o que vemos"...
Existe... Mas a vida me ensinou o que, nas palavras de Albert Einstein, foi expresso assim: "Para resolver um problema, primeiro você precisa mudar a consciência que o produziu"... Em outras palavras, precisamos mudar "por dentro"...
Uma vez, ainda jovem, estava eu na África, e um missionário me disse: "Os miseráveis não fazem a Revolução; os miseráveis morrem de fome"...
Bom... Alguns vão tentar fazer da eleição curitibana uma "guerra" entre o "centro" e a "periferia"... Por ignorância ou má-fé, estarão enganando o povo... Para melhorarmos a vida dos mais pobres, precisamos - e muito - da ajuda dos ricos... Pois são os maiores detentores de capital e de conhecimento... E JAMAIS se fará riqueza acabando com a própria riqueza...
Precisamos, sim, distribuir e compartilhar melhor... Além disso, UNIDOS, produz-se mais e melhor. O que o rico precisa aprender a ter é COMPAIXÃO. VAMOS COMPARTILHAR MAIS E MELHOR?? UNIDOS, SEREMOS FORTES. DIVIDIDOS, CAIREMOS...